sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Pedido de divulgação:


Num texto anterior dei conhecimento de um acto praticado por uma patrulha da PSP que foi chamada por um segurança de um supermercado a participar de um roubo de «quatro iogurtes, seis pães e dois pacotes de leite» tudo no valor de quatro euros. 
Um PSP resolveu pagar a quantia e a participação ficou sem efeito. Actos destes enobrecem quem os pratica e deixa contente quem deles toma conhecimento. Por esse motivo escrevi um texto no meu blogue a realçar este acto.
Ao tomar conhecimento de um outro, mas em sentido contrário, praticado por uma patrulha da GNR, não posso deixar passar em claro e condenar os actores. 
A fazer fé em quem testemunhou tal “façanha” é de repudiar a atitude do revisor do comboio que depois de lhe ser dito que pagavam o bilhete da cadela quando o comboio parou a marcha na estação de Estarreja chamou uma patrulha da GNR para tomar conta da ocorrência.
A patrulha da GNR não aceitou a solicitação dos passageiros, que se prontificavam a pagar o bilhete, pondo de imediato fora do comboio o dono da cadelinha, a cadelinha e um amigo seu sem contudo deixar de os mimosear com uns tabefes.
As forças de segurança devem estar preparadas do sentido do dever cívico para atender a situações como esta. Não é à mínima coisa tomar atitudes que indignificam quem as pratica e põem em causa toda uma corporação. Só entendo isto como paga de um favor. Explico:
Uma parte das forças de segurança viaja nos transportes públicos gratuitamente por favor da empresa ou dos revisores. Assim são obrigados a tomar atitudes como esta que uma testemunha presenciou e pede para a divulgar. 

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