Ao blogue Freamundense roubei estas duas fotos da senhora Raquel a
varrer a folha das árvores que caiam na praça do mercado. São fotos que nos
trazem uma certa nostalgia e tristeza por estas duas realidades. Praça e Centro Cívico. Se criticávamos
o abandono a que estava voltada a Praça, só nas vésperas de feiras quinzenais é
que a limpavam condignamente, os “polícias” eram retirados, o espaço dos ourives
e talhantes eram lavados, hoje quase se passa o mesmo, com o senão de por ali
não acoitar “polícias”.
Entre uma e outra realidade não sei qual a melhor. Na altura vi com
bons olhos o arranjo do centro de Freamunde. Hoje constato que era melhor a
existência da praça do mercado. Se estava mal tratada mal tratado está o centro
cívico: é o muro que o circunda sem a lousa na parte superior, o anfiteatro todo
besuntado com sarrabiscos, a tijoleira quase toda partida o que vem salientar o
desleixo a que está voltado.
Freamundenses que se lembram de uma coisa ou outra são unânimes em dizer que regredimos. Depois houve a ideia “luminária” de deitar abaixo as lojinhas tendo-se comprometido ao novo arranjo ser o mais breve possível. Só que essa brevidade já vai em quatro anos.
Freamundenses que se lembram de uma coisa ou outra são unânimes em dizer que regredimos. Depois houve a ideia “luminária” de deitar abaixo as lojinhas tendo-se comprometido ao novo arranjo ser o mais breve possível. Só que essa brevidade já vai em quatro anos.
Quem me lê deve dizer! Lá vem ele a bater na mesma tecla. Só que os
Freamundenses não têm outro meio de fazer valer as suas ideiasou contestações. Os órgãos que compõem a Junta de Freguesia não se reúnem, não há assembleias e assim torna
fácil quem a dirige: o não ser contestado. É com tristeza que vejo tudo isto.
No meu blogue dou relevo ao que melhor produz Freamunde. Às vezes sou acusado por ser um "filho" coruja. Por isso não
posso calar o que de mal, quanto a mim, estão a fazer a esta nobre terra.

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