Rádio Freamunde

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domingo, 30 de setembro de 2012

Está tudo grosso:


Não sei o que se passa com os eventos realizados no Algarve. O pior realizado até hoje naquele distrito foi protagonizado por Teodoro Gonçalves da Silva e de Maria do Nascimento Cavaco, antes nove meses, do fatídico - para os portugueses – dia quinze de Julho de mil novecentos e trinta e nove. Se este evento não tivesse acontecido os portugueses hoje estariam melhor. Mas, como não há duas sem três, o PSD, resolveu fazer no Pontal a sua rentrée política e para nosso mal presidida por um ser que em tudo que toca ou fala só nos traz desgraça.
Disse com pompa e circunstância que a partir do segundo semestre de dois mil e treze a austeridade nos ia deixar. Passados dias é desmentido pelo Ministro das Finanças, em que disse, que durante dois mil e treze a austeridade ia-nos acompanhar e talvez em dois mil e catorze é que nos víamos livre dela.

No Fórum Empresarial do Algarve, António Borges disse que os empresários que contestaram a TSU são uma cambada de ignorantes e não passariam do primeiro ano do seu curso na faculdade. Não quero menosprezar o Algarve até porque tenho ali camaradas que estiveram comigo na guerrilha ultramarina.
Conheço pouco o Algarve, fui ali duas vezes, pelo que pude observar tem uma paisagem linda. Nesse pouco tempo que ali permaneci não notei ou senti qualquer efeito nefasto do clima ou do sol pelo que não compreendo que “iminentes” figuras políticas quando ali vão tenham declarações que só os cobrem de ridículo.
Dos três só Cavaco Silva é que é algarvio e como reza a história, fraca é a terra ou o distrito que não suporta dois burros de fora e um da terra.

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