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domingo, 2 de setembro de 2012

Agosto acabou e Setembro traz-nos de novo a política:


A rentrée e universidades políticas de Verão que os partidos promovem para consumo próprio, com convidados especiais, é a forma dos líderes tentarem lavar a sua imagem. Não falam para o povo e Passos Coelho tem medo de o confrontar. Dizem umas banalidades e julgam com isso que as pazes estão feitas.
Setembro de há uns anos para cá tem sido um mês quente mas este vai ser mais derivado à política desastrosa que este (des) governo nos tem aplicado. Prometeu mundos e fundos e nós só temos visto os fundos. De dia para dia só se vê empresas a fechar. O desemprego galopa a bom galopar e não há "cavaleiro" que o faça parar.

Amanhã algumas empresas não vão abrir dando início ao trabalho depois das férias terminadas. Lamenta-se pela parte de patrões e empregados mas com a economia e poder de compra a decair de dia para dia não há forma de aguentar tal situação. A meio do mês inicia-se o ensino escolar e aí vai-se notar a contestação dos professores. Quem lhes dera um governo Sócrates e uma a ministra Maria de Lurdes Rodrigues. Tanto queriam que acabaram por destruir a escola pública e as suas carreiras. 

Há já quem tenha saudades de Sócrates. Francisco Louçã já o admite. Sabe que ia ser responsabilizado pelas más decisões que tomou e antes que isso aconteça põe-se ao fresco. Jerónimo de Sousa já demonstra essa meia culpa. Quando só interessa ir ao (pote) é no que dá.
Passos Coelho devia de ter mais respeito por Portugal e portugueses. Estes, tudo lhe proporcionaram para ser o que é hoje. Deram-lhe instrução e aturam-no até uma certa idade a andar pelas várias universidades.

Hoje o seu ministro quer mandar os estudantes para as escolas profissionais se não tiverem bom aproveitamento. Se fosse aqui há anos era o que lhe acontecia. De certeza tinha tirado o curso para que foi vocacionado: reciclador de lixo. E como até hoje só tratou disso é o que julga que Portugal e os portugueses são. Experiência de vida não tem nenhuma. Quando o confrontam só sabe dizer que somos piegas e custe o custar. Nunca a democracia portuguesa esteve tão mal servida.

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