Rádio Freamunde

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sábado, 11 de agosto de 2012

Quando a intenção é agradar ao patrão as contas saem furadas:

Foi o que aconteceu ao jornal Diário Económico com a sondagem aos seus leitores de qual o melhor primeiro ministro na democracia.
Com os ministros de férias pretendiam com esta sondagem calar as vozes portuguesas sobre as imensas atrocidades que o governo de Passos Coelho têm feito: Estradas de Portugal; Fundações; Justiça; que não anda para a frente por causa de ter escolhido uma loura, não peço desculpa às louras porque esta é artificial; Cultura, que a dirigi-la está quem na TVI24 só mandava bacoradas e agora não passa de um pau mandado; Defesa, que antes tudo criticavam e aplaudiam e agora dizem que são um contra poder, caso de D. Januário; Adminitração Interna, em que salientavam que o País não suportava tantos roubos e crimes e agora nada fazem para suster esta onda de violência nunca vista no País; Finanças, que tudo sabe e em nada acerta e que rouba todos os portugueses, principalmente os funcionários públicos; Educação, que se está a menos de um mês e os professores não sabem se vão ter colocação, para alguns é para a aprender; Saúde, quer dar aos privados o que pertence ao público, os jantares têm um preço; Economia, desta não falo porque para isso responde o estado em que o País se encontra.
Pensavam que os portugueses não se lembrariam de José Sócrates. Pode-se errar uma vez mas, depois de se ver que não foi erro, mas sim mentiras, que a oposição e comunicação social usaram em conluio para derrubar o melhor primeiro-ministro.
Não basta a sondagem do Diário Económico, basta ouvir o verdadeiro povo, aquele que sofre com a falta de trabalho, com o aumento dos principais bens essenciais: luz, água, gás, transportes e outros.
Como se costuma dizer, gato escaldado de água fria tem medo, também os portugueses escaldados que estão, sabem reconhecer quem lhes propocionou durante o seu governo uma melhor vida, não lhes mentiu e, sempre lutou pelos mais desfavorecidos, hoje se houvesse eleições e Sócrates concorresse não tenho dúvidas que ganhava com maioria absoluta.
Por estas e outras é que a comunicação social, escrita, falada, juízes, oposição e certos membros do partido socialista, incluindo o seu secretário-geral, usam estas artimanhas para destruir o nome de José Sócrates com receio que ele apareça como um D. Sebastião.     

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