Eram cerca das catorze horas francesas, treze de Portugal, quando aterramos, eu, minha esposa e os meus dois netos, Duarte e Diogo, no dia três de Agosto de dois mil e doze. Esta viagem aconteceu pelo motivo de o meu neto Diogo ter vindo passar uns dia de férias em minha casa, Freamunde, e me ter prontificado de o ir levar a França (Ricamarie). O aeroporto de S. Etienne funciona só para duas companhias, Ryaner e uma Turca. É bastante pequeno.
Depois de aterrar dirigimo-nos para Ricamarie uma "ville" com seis quilómetros e novecentos metros e uma população de oito mil e quinhentos habitantes, sensos de mil novecentos e noventa e nove. Desses, alguns são portugueses, que aqui labutam à procura do que a terra ou o País não foram capazes de lhes dar: trabalho. Muitos, antes de o Secretário de Estado e primeiro-ministro lhes indicar o caminho para a emigração fizeram-no por perceberem que Portugal não é um País com futuro. É triste chegar a esta triste realidade. Os governantes que foram eleitos para criarem boas condições aos seus condições esqueceram-se disso. Prometer é fácil cumprir é que se torna difícil.
No dia quatro de manhã na companhia do meu filho e nora fomos até S. Etiene. Estivemos num pequeno mercado na berna da via rápida e estrada municipal, esta de acesso aos moradores e outras direcções. Nesse mercado vendia-se um pouco de tudo sendo a predominância de frutos da terra ( fruits de la terre). Além destes, havia um pouco de tudo: pão (baguetes), doçarias, carnes, churrasco, bijutarias e um sem número de coisas. Tipo dos mercados de Portugal. Deu para ver e pelos produtos expostos que a agricultura está bem enraizada em S. Etienne. Demos uma volta por S. Etienne de carro o que deu para ver que é uma cidade bastante grande bem arbonizada e bastante airosa. Pelo primeiro dia fiquei a gostar. Vamos ver daqui para a frente.

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