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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Nada se dá se não se receber algo em troca:

Não foi ingenuidade o patrocínio dado ao congresso do Sindicato do Ministério Público por vários organismos que se realizou num hotel no Algarve, com tudo pago, além de cruzeiros de barco a todos os congressistas e convidados incluindo jornalistas.
Este evento foi muito criticado, especialmente por Marinho e Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados e referia que nada se dá sem haver retorno. A prova disso aconteceu hoje com a absolvição dos onze arguidos no caso Portucale. Ainda vão ser indemnizados pelo uso dos seus bons nomes na praça pública. Aposto como o Ministério Público não vai recorrer e o governo nada fazer para esse recurso. A isto chama-se jogar em casa.   
Este caso surgiu no final de dois mil e quatro com a demissão da Assembleia da República, por parte do Presidente da República, Jorge Sampaio, sendo o País governado pelo PSD -CDS/PP, sendo 1º. Ministro, Santana Lopes. A demora do julgamento foi longa, atraso sobre atraso, até se criarem as condições para que a leitura fosse lida na governação do mesmo PSD - CDS/PP.
Usa-se dizer que quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte. Nunca o adágio popular esteve tão certo: partiram e repartiram. Depois não admira que haja instituições a patrocinar congressos de sindicatos de juízes!
Custa a crer haver crime, houve abate de sobreiros, não haver um único condenado! Houve depósito de dinheiro na conta do CDS/PP e não se saber da sua proveniência! Talvez seja Já cinto Leite Ca pelo Rego (cu) lpado de todo esse imbróglio. Mas quem é este Capelo Rego?   

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