Hoje assisti através do canal Hollywood ao filme “E justiça para todos”,
com Al Pacino no papel de Arthur Kirkland, um jovem advogado do
sistema judicial americano que se vê envolvido por questões de ética, na defesa de um
juiz, com quem tem um relacionamento mau, onde inclusive esteve preso uma noite, por desentendimentos com esse juiz, chegando a vias de facto: agressões físicas.
É um filme que põe a nu a forma como é vivida a vida entre advogados, juízes e réus, chegando ao ponto de alguns darem em malucos. Arthur Kirkland, Al Pacino, nas alegações finais pede a condenação do seu constituinte por o entender culpado de abuso sexual. No tribunal a confusão foi tanta que o advogado de defesa ficou perplexo com a atitude do seu colega.
No sistema judicial português deve haver casos em que juízes também cometem ilícitos criminais - não são nenhuns santos nem estão ungidos de uma qualquer loção mágica. O que deve faltar é coragem para os denunciar. O corporativismo, a teia de interesses entre os senhores do capital e o sistema judiciário é tanto que, há processos que estão anos e anos parados, à espera da sua prescrição. Alguns juízes portugueses são como o governo: forte com os fracos e fraco com os fortes.
Unicamente há dois juízes, o do Supremo Tribunal de Justiça e Procurador Geral da República, que não descansam em pôr ordem nos seus departamentos, mas estão manietados pelos corporativistas: sindicatos. Há um outro, Bastonário da Ordem dos advogados, que tudo faz para denunciar os podres do reino. Estou em crer que quando findar o seu mandato lhe vão fazer a vida num inferno como estão a fazer a outro. Cá é fácil prender um pilha galinhas! Difícil é prender um tubarão.
Vou publicar um caso que pode ter acontecido a um qualquer juiz, num qualquer tribunal de uma qualquer comarca.
"O Advogado e a velhota"
É um filme que põe a nu a forma como é vivida a vida entre advogados, juízes e réus, chegando ao ponto de alguns darem em malucos. Arthur Kirkland, Al Pacino, nas alegações finais pede a condenação do seu constituinte por o entender culpado de abuso sexual. No tribunal a confusão foi tanta que o advogado de defesa ficou perplexo com a atitude do seu colega.
No sistema judicial português deve haver casos em que juízes também cometem ilícitos criminais - não são nenhuns santos nem estão ungidos de uma qualquer loção mágica. O que deve faltar é coragem para os denunciar. O corporativismo, a teia de interesses entre os senhores do capital e o sistema judiciário é tanto que, há processos que estão anos e anos parados, à espera da sua prescrição. Alguns juízes portugueses são como o governo: forte com os fracos e fraco com os fortes.
Unicamente há dois juízes, o do Supremo Tribunal de Justiça e Procurador Geral da República, que não descansam em pôr ordem nos seus departamentos, mas estão manietados pelos corporativistas: sindicatos. Há um outro, Bastonário da Ordem dos advogados, que tudo faz para denunciar os podres do reino. Estou em crer que quando findar o seu mandato lhe vão fazer a vida num inferno como estão a fazer a outro. Cá é fácil prender um pilha galinhas! Difícil é prender um tubarão.
Vou publicar um caso que pode ter acontecido a um qualquer juiz, num qualquer tribunal de uma qualquer comarca.
"O Advogado e a velhota"
Num tribunal de uma
pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha, uma
avó de idade avançada.
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
- D. Ermelinda, a senhora conhece-me?
- Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente a todo o mundo, enganas a tua mulher com a secretária, ainda fizeste um filho na tua cunhada, e deste-lhe dinheiro para se livrar da barriga, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando não tens sequer inteligência suficiente para ser varredor. É claro que te conheço. Se conheço…
- Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente a todo o mundo, enganas a tua mulher com a secretária, ainda fizeste um filho na tua cunhada, e deste-lhe dinheiro para se livrar da barriga, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando não tens sequer inteligência suficiente para ser varredor. É claro que te conheço. Se conheço…
O advogado ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco,
apontou para o outro extremo da sala e perguntou:
- D. Ermelinda, conhece o defensor oficioso?
- Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, não tem tomates
para manter a mulher na linha, ela anda a fornicar com os empregados da casa, o
motorista, o jardineiro e até o carteiro dorme com ela, todo o mundo sabe, tem
problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na
qualidade de advogado, bem… é um dos piores profissionais que conheço. Não me
esqueço também de referir que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma
das quais, curiosamente, é a tua própria mulher. Sim, também o conheço. E muito
bem.
O defensor, ficou em estado de choque.
Então, o Juiz pediu a ambos os advogados que se aproximassem do estrado e com
uma voz muito baixa, diz-lhes:
-Se algum dos dois perguntar à p**a da velha se me conhece, juro-vos que vão presos!


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