Como é habitual, logo de manhã passo uma vista de olhos pela imprensa diária escrita, através da Internet, não estou disposto a pagar para que digam mal dos meus, e o que consigo descortinar são notícias de segundo plano ou sobre a desgraça humana. Notícias que nos faça elevar a moral, essas mesmo que surjam, logo desaparecem. Dá mais realce, falar do Estripador de Lisboa, da Casa dos Segredos, etc., etc..
Ontem de manhã fomos surpreendidos com uma notícia que devia orgulhar todos os Portugueses, e não só os seus familiares e amigos, sobre o resgate de seis pescadores das Caxinas, desaparecidos na terça-feira ao largo do mar da Figueira da Foz, que faziam parte do barco de pesca “Virgem do Sameiro”, quando andavam a labutar pelo seu sustento de vida.
Devemos estar todos gratos, não só os pescadores e familiares, às Forças Armadas pelo seu bom desempenho de serviço público. É sabido que a sua missão é exclusivamente para desempenhar bom serviço. Mas, da mesma forma que aparecem os “Velhos do Restelo”, a desancar quando algo ocorre de menos bom, também agora devia haver uma imprensa a dar mais relevo a estas acções. Sei que sou ingénuo ao não considerar que estas notícias pouco papel vendem e poucos minutos despertam no ecrã, a não ser entre familiares, amigos e população local.
Se fosse uma má notícia apareciam as Felícias Cabritas para dar relevo às mesmas. São como os Abrutes o que querem, é carne e sangue, seja fresca ou velha.
Por isso o título do texto.


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