A crise só existe para a classe trabalhadora portuguesa. Esta, é que tem de apertar o cinto para fazer face à vida. Os outros, é passeio atrás de passeio, inauguração atrás de inauguração. Assim não custa governar. Se saísse dos bolsos de quem as planeia não eram tão frequentes.
Teve palavras elogiosas nos eventos que inaugurou. Para os manifestantes nem uma palavra. Se se aproximasse deles podia apanhar qualquer doença contagiosa - quando o cão tem sarna até as pulgas fogem dele - e como tem de ir visitar a Casa Branca não pode adoecer. Aliás, é um dos seus complexos de inferioridade - nunca ter sido recebido - em relação a Mário Soares.
Ao contrário, dispensou mais tempo a um cavalo que aos manifestantes. Caso o cavalo falasse usava a frase de Scolari: e o cavalo sou ... eu?!
Desde que Portugal está em crise é ver as viagens que efectuou e o número de convidados. Desde mordomo, esposas de assessores e amigos é um fartar de convidados. Fosse ele a pagar via-se o número!
Ainda dizem que a história não se repete. É comparar Cavaco Silva e Américo Tomás. Só lhe falta a célebre frase: “ esta é a primeira vez que estou aqui desde a última.”
Agora lembrando outro Tomás.
Ah frei Tomás… frei Tomás, como eles pregam!





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