O Turismo do Governo de Portugal quer-nos pôr a mendigar perante os
outros povos do mundo. Somos uma Nação que demos mundo ao mundo e não estamos
para nos dobrarmos perante qualquer pessoa que nos visita. Ou querem fazer como
antigamente nos faziam.
As crianças da Ilha da Madeira, nos anos sessenta, iam para a beira-mar à espera que um turista atirasse uma moeda para o fundo do mar para ele a ir buscar. Era um gozo dos diabos!
Dezenas de crianças atiravam-se
ao mar e só uma saía dali satisfeita. Os turistas riam a bom rir a proeza dos
coitados. Mas eles eram mais coitados que as crianças.
Usar a miséria humana para deleite de uns quantos é contra os princípios da doutrina de Deus e de grandes pensadores: “Em lugar de dares um peixe para alguém matar a fome, ensina-o antes a pescar porque assim matas-lhe a fome todos os dias”.
Mas não é isso que os pseudos riquíssimos gostam. Gostam de saborear a miséria humana. Mas não há miséria maior que a cultural. É isso que transborda neste Governo e na Secretaria do turismo.
As crianças da Ilha da Madeira, nos anos sessenta, iam para a beira-mar à espera que um turista atirasse uma moeda para o fundo do mar para ele a ir buscar. Era um gozo dos diabos!
Usar a miséria humana para deleite de uns quantos é contra os princípios da doutrina de Deus e de grandes pensadores: “Em lugar de dares um peixe para alguém matar a fome, ensina-o antes a pescar porque assim matas-lhe a fome todos os dias”.
Mas não é isso que os pseudos riquíssimos gostam. Gostam de saborear a miséria humana. Mas não há miséria maior que a cultural. É isso que transborda neste Governo e na Secretaria do turismo.

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