Não há um único partido, com ou sem presença parlamentar, de quem se possa esperar respeito pelo Estado de direito democrático, patriotismo, republicanismo, coragem face aos abusos e crimes de magistrados. Há mais de 20 anos, e continua, que a miséria é igual no Palácio de Belém. Neste quadro, ter a segunda maior força parlamentar a cometer crimes dentro da própria Assembleia da República, sem que a Polícia Judiciária queira indiciar a simulação que se tornou evidência pública, não ficará como uma anomalia. A ser, é antes um corolário e uma culminância de décadas.
Os tempos estão óptimos para o combate. Não há é com quem.
27 Setembro 2026 às 8:57 por Valupi
Do blogue Aspirina B
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