A União Europeia mantém e alimenta esta guerra já sem objectivos viáveis, face à sua crescente debilidade económica, por três razões: incapacidade de defender os seus interesses económicos e políticos, miopia a raiar a estupidez e a tradicional expectativa dos seus governantes que contam com o tacho que se segue (num banco, fundo, universidade norte-americana ou noutra organização ao serviço dos “valores ocidentais”).
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
https://radiofreamunde.pt/
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Quem é que ainda quer o quê com esta guerra?
Os EUA desencadearam, entraram e empenharam-se nesta guerra com meia dúzia de objectivos, não necessariamente por esta ordem: separar a Alemanha da Rússia, enfraquecer a Rússia, conquistar o mercado energético da União Europeia, proteger o dólar, vender armamento e expandir a NATO.
A Ucrânia mantêm-se nesta guerra porque, dois meses depois de invadida pela Rússia, foi iludida pelos EUA e Reino Unido com a promessa de um “apoio total” se abandonasse as negociações que previam a sua neutralidade.
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