Só que desta vez, não precisa de botas ou tochas. Basta um telemóvel e uma causa "justa".
Enquanto a esquerda ocidental aplaude a Ucrânia como se fosse uma democracia modelo, o mundo ignora que:
O regime de Kiev exalta Stepan Bandera, colaborador direto da Alemanha nazi.
As forças Azov e outros batalhões neonazis são heróis nacionais, integrados na Guarda Nacional e financiados com armas da NATO.
Zelensky, aplaudido de pé por parlamentos europeus, governa com o apoio tácito destas estruturas fascistas, e nunca as condenou de forma séria.
Nós, que apoiamos a Rússia contra a expansão da OTAN e contra o sofrimento dos povos russofobos do Donbass, não podemos repetir o erro da esquerda alemã de 1933: aplaudir enquanto o fascismo se normaliza à nossa frente.
A propaganda mediática ocidental não vos mostra as cruzes suásticas nas camisolas de soldados ucranianos. Não mostra as marchas com tochas em homenagem a Bandera. Mostra apenas "democracia contra tirania".
E vocês, "esquerdistas", antifascistas, anti-imperialistas, sem falar nos outros (AD, IL, Chega) estão a caminhar na fila, de olho no ecrã, em direção ao buraco.
Apoiar a Ucrânia contra a Rússia é aplaudir o renascimento do nazismo europeu é uma traição à memória dos 27 milhões de soviéticos mortos para derrotar Hitler.
O PCP, a esquerda séria devia ter coragem de dizer:
“Sim, apoiamos a Rússia nesta guerra. E sim, denunciamos o fascismo ucraniano.”
Quem não denuncia o nazismo em Kiev está a ajudar a cavar o buraco onde a Europa toda vai cair.
Acordem. O buraco tem forma de cruz suástica.
E vocês estão na fila.

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