Nos teremos apercebido que ao longo destes quatro penosos anos de guerra entre a Rússia e a NATO se constituiu um verdadeiro mercado que dá emprego a centos de comentadores e outros activistas que vivem em exclusivo do negócio da propaganda. Que eu saiba, entre nós, o único comentador que participa no comentariado televisivo e recusa qualquer pagamento é o General Agostinho Costa, posto que defende o princípio, aliás muito louvável, segundo o qual qualquer forma de pagamento limitar-lhe-ia a liberdade. Ademais, fá-lo com admirável coragem.
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
https://radiofreamunde.pt/
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Já todos:
Na Europa, nos EUA, no Canadá e na Austrália, a propaganda requer os serviços de milhares que, à míngua de qualidades assinaláveis, se limitam a postar-se de bandeira em riste numa esquina, numa praça ou em frente de uma embaixada russa, sendo por tal ocupação semanalmente pagos. Ultimamente, a clientela rareia, pelo que as agências estarão a reduzir o continente, espalhando entre estes desocupados crónicos o receio de que em breve perderão a fonte do seu sustento.
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