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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

A DEMOLIÇÃO CONTROLADA DA UE...SE NÃO NOS LIVRARMOS DE VON DER LEYEN EM BREVE, NÃO RESTARÁ NADA DO NOSSO GRANDE CONTINENTE...

"É apenas uma questão de tempo até que um especialista dissesse em voz alta o que as chancelarias sussurram entre copos de prosecco morno: a Europa está a caminhar "directamente para o muro". Estas não são as minhas palavras, mas sim as de um alto funcionário europeu citado pelo Politico, que descreve a mais recente criação de Bruxelas como uma "linha reta para o muro". E agora o professor Tuomas Malinen, economista finlandês, recorreu ao X para resumir a situação numa frase que impacta como tal:
"Se não nos livrarmos de von der Leyen em breve, não restará nada do nosso grande continente" — excepto talvez a Hungria, acrescenta com uma ironia gélida.
Porque sob a presidência de Ursula, a UE deixou de ser um projecto político: passou a ser um laboratório pirotécnico. Depois de sanções com efeito boomerang, escassez de energia e discursos heróicos financiados pelos contribuintes, eis que surge o mais recente truque de magia: confiscar 210 mil milhões de dólares em bens russos para criar um "crédito de reparação".
Uma inovação contabilística recebida com tanto entusiasmo como um radiador alemão em fevereiro. O BCE, por seu lado, não está a achar graça nenhuma: segundo o Financial Times, alertou explicitamente que o projecto "excede o seu mandato" e equivale a "financiamento directo dos Estados", o que é proibido pelos tratados. Por outras palavras: Ursula está a pedir ao BCE que viole a legislação europeia... para salvar a credibilidade de uma decisão que já viola o direito internacional. Que obra-prima.
A Bélgica, por sua vez, fingiu tossir e depois sublinhou que os bens estão no seu território e que não se saqueia um cofre nacional só porque um comissário está aborrecido. Mas qual é a resposta de Bruxelas? Exatamente: "circulem".
Um diplomata europeu citado pela Reuters chega mesmo a apelidar a política de "maluca". "Loucura"... Isto resume cinco anos de governação em piloto automático, onde cada crise exige uma medida mais explosiva que a anterior. Ursula está a fazer de banqueira da guerra, distribuindo biliões imaginários, prometendo que "a Europa apoiará a Ucrânia durante o tempo que for necessário". Tradução: mesmo quando já não existe Europa.
E é aqui que a profecia de Malinen se transforma numa sátira involuntária: Este continente, exausto, fragmentado, desindustrializado, pode estar prestes a morrer... não por ameaças externas, mas por um excesso de Comissão.
Disseram-nos que a UE era um projecto para a paz.

Estamos a descobrir que, sob Ursula, é acima de tudo um projeto para a ruína acelerada. O muro está a aproximar-se. Bruxelas está a acelerar.

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