Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
terça-feira, 3 de novembro de 2026
Já se conhece quem é o provocador:
segunda-feira, 2 de novembro de 2026
Este Governo não cai… – Crónica do quotidiano entre o sério e o frívolo:
Eça dizia que o governo não caía porque não era um edifício, havia de sair com benzina porque era uma nódoa.
UM JEITO MANSO: É sempre bom haver um Rui Borges para bombo da fes...
Eis o primeiro culpado!
(João Gomes, in Facebook, 01/11/2026, Revisão da Estátua)

Dizem que Luís Neves «tem poder» porque terá documentos sobre algumas das mais conhecidas personalidades portuguesas, que foi guardando no seu «cofre pessoal». Não tenho provas disso! Mas ele próprio afirmou publicamente que «tem poder». E convém perguntar de onde vem esse poder e como é utilizado.
A atuação musculada da Polícia de Choque tem responsáveis. Luís Neves é o primeiro. As polícias não atuam num vazio político. Há uma tutela, há orientações e há quem tenha de responder pelo que acontece nas ruas. Acima dele está outro Luís: Montenegro. É o segundo responsável. Não pode lavar as mãos daquilo que o seu Governo permite ou promove.
E, acima dos dois, está António José Seguro, Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas.
Se a polícia ultrapassar os limites da lei e atuar contra a Constituição, o Presidente não pode limitar-se a assistir. Tem responsabilidades na defesa da ordem constitucional e dispõe de instrumentos para as exercer, incluindo o papel que constitucionalmente cabe às Forças Armadas na defesa da legalidade democrática.
Não estou a defender militares nas ruas contra polícias. Estou a perguntar quem impede que o poder político transforme as forças de segurança num instrumento contra os cidadãos.
Recentemente, na Polónia, vimos até onde pode chegar um confronto entre o poder político, as instituições e as forças policiais.
Será que, em Portugal, Seguro está à espera de um golpe de Estado para perceber que a Constituição também precisa de ser defendida contra quem governa?
Do Blogue Estátua de Sal
A BARRACA DO GOVERNO. TRIBUNAL DECIDE PELA LEGALIDADE DAS TENDAS:
domingo, 1 de novembro de 2026
Ventos Semeados: A outra face
Empresas espanholas e portuguesas começam a produzir armas para atacar a Rússia:
(Viktor Medvedchuk in Resistir, 31/10/2026)

Um mapa ilustrado e dramático de uma ilha conecta aeroportos, portos, indústrias e instalações militares ao longo de uma paisagem acidentada.
Do Blogue Estátua de Sal


