«Não precisamos de viver com toda a gente. Precisamos é de partilhar o mundo com gente de quem não gostamos.», disse, e muito bem, o Alexandre Franco de Sá. Meu antigo, e mui estimado, colega de curso. Foram alegres as nossas conversas de miúdos apaixonados pelo mistério. Mas se in illo tempore lhe tivesse dito que um dia viria a ser o ministro-sombra da Educação, Ciência e Inovação do partido Chega, e que Ventura representa o exacto oposto de tudo o que Sócrates, Platão e Aristóteles nos deixaram como pilares, e asas, da civilização, ele diria que eu estava a gozar. Ou bêbado.
Ele agora não parece estar a gozar. Nem bêbado. Tragicamente.
18 Outubro 2026 às 12:59 por Valupi
Do blogue Aspirina B
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