«Lançar neste momento o País num leilão de
medidas avulsas e descoordenadas é abrir a porta a um tempo que não vamos
deixar voltar a Portugal. Os portugueses ainda se lembram, e lembram bem,
quando, em 2009, perante uma crise, se subiram os salários dos funcionários
públicos e se baixou o IVA. Isso foi, não só, Sol de pouca dura, como um
contributo para privações e sacrifícios no momento seguinte. Não contam comigo,
nem com este Governo, para uma reedição dessa tragédia.»
Senhor cujos filhos são, por mérito próprio, os actuais sócios-gerentes da empresa Spinumviva
Alguns portugueses lembram-se bem do aumento salarial dos funcionários públicos em 2009. É cristalina verdade. Mas talvez esse número não chegue a cem indivíduos, ou se calhar nem a metade de cinquenta. Desses, uns quantos são investigadores de áreas atinentes à situação e os outros, na sua enorme maioria, são caluniadores profissionais. Já quanto à tragédia em data posterior, o tal “momento seguinte”, há milhões que ainda não esqueceram tamanha a violência que se abateu sobre eles. E é de tragédia que se deve falar, rigorosamente. Mas o protagonista foi outro, um fulano que ignorava ter de descontar para a segurança social.
O editorialismo da “imprensa de referência” não se importa que o actual primeiro-ministro minta debochadamente como se fosse um militante da JSD a discursar bezano nos bares do Algarve. Não se importam porque fazem o mesmo: O eterno retorno de Sócrates + Os funcionários e os públicos
19 Setembro 2026 às 8:30 por Valupi
Do blgue Aspirina B
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