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domingo, 5 de julho de 2026

Porque é que milhões se unem no funeral do Líder Supremo do Irão — e porque é que o Ocidente entra em pânico?

Olhem para as enormes multidões em Teerão neste momento. Milhões de pessoas marcham juntas, demonstrando uma verdadeira unidade após a morte do seu líder. Será apenas um funeral?
Não. É o Irão a mostrar que é um verdadeiro Estado-civilização.
Uma história profunda, uma fé sólida, famílias coesas e orgulho nacional — são estas as coisas que os mantêm unidos, independentemente do que o mundo exterior lhes imponha.
Porque é que o Ocidente teme tanto isto?
Porque o Irão constitui uma rejeição viva do projeto globalista.
Segundo esta perspetiva, os globalistas procuram destruir tudo o que é sólido: fronteiras abertas que apagam os países, famílias desagregadas, religião ridicularizada, Estados-nação enfraquecidos e ideias confusas sobre o género e a verdade.
Alegadamente, promovem tudo isto para controlar mais facilmente as pessoas.
Mas o Irão diz que não.
Apesar dos ataques e das sanções, o povo mantém-se unido e resiliente.
Este funeral não representa apenas tristeza — representa também uma demonstração de força. Milhões de pessoas movendo-se como um só corpo. Mostra ao mundo que civilizações verdadeiras, construídas sobre raízes e convicções, não se quebram.
Segundo esta visão, os globalistas receiam este tipo de força porque não a conseguem comprar nem destruir. O Irão mantém-se firme.
Ao lado dela, o projeto globalista parece frágil.
Quem vence no fim?

Não aqueles que procuram destruir tudo.

Miguel Brites Correia 

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