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sábado, 6 de junho de 2026

ENQUANTO A "UCRANIA" LANÇA NOVAMENTE DRONES CONTRA SÃO PETERSBURGO...:

Mais de 1.000 drones foram lançados supostamente pela Ucrânia num curto espaço de algumas horas sobre a zona a norte de Moscovo, São Petersburgo, centro e sul do território russo. Ora, a capacidade ucraniana em lançar tal quantidade de drones não está de acordo com aquilo que se conhece e reconhece da sua atual capacidade de construção de drones de guerra, pelo que o fornecimento desses drones por encomendas a países do ocidente é o mais provável.
Analistas independentes referem que "é muito possível que existam fora do território ucraniano, mais provavelmente na Estónia e em embarcações no Mar do Bósforo, forças não ucranianas que colaboram ativamente nestes ataques".
Este largo ataque, após a recusa de Putin em conversações, é claramente um sinal de que a Ucrânia e os seus aliados de ocidente desesperam e já não tem soluções internas para defender a frente de conflito, optando por ataques á distância, sobre áreas civis e energéticas que provoquem a diminuição da capacidade económica russa e o medo da população. O resultado concreto deste grande ataque foi a destruição de alguns pontos energéticos e pouco mais, dado que os sistemas aéreos russos responderam com capacidade a evitar que todos os drones chegassem ao destino.
Mas é óbvio, neste momento, que a decisão de Moscovo perante este ataque em massa de drones passará por uma retaliação que não pode ser no mesmo nível - mesmo considerando o último ataque a Kiev - e a resposta próxima da Rússia terá que ser a um nível nunca considerado. Os pruridos de Moscovo em evitar baixas civis - pois se relacionarmos os fortes ataques russos com as baixas civis, temos que considerar - comparativamente a outros conflitos mesmo contemporâneos como "menores" - embora todas as vidas civis sejam de lamentar num conflito militar.
Muito provavelmente vamos lamentar muitas vitimas ucranianas nos próximos dias. A carta de Zelenskyi a Putin foi um engodo e Putin não pode engolir em seco.

João Gomes  

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