Com trajetórias diversas. Qualquer um deles poderia dar uma aula de decência e de honestidade intelectual a Luis Montenegro, Leitao Amaro, Hugo Soares e a este novo criado da gritaria desesperada chegana. A AD ( lamento, mas não perco tempo com o CDS) passou um ano a anunciar triunfante uma reforma laboral que não estava no programa, que ninguém pediu, de que ninguém gostou, a começar pelos sindicalistas do PSD, e morreu na praia . Os problemas da habitação, da saúde, da economia atingida pela guerra não constam da linguagem destas pessoas. Desde o dia um que gritam “bar aberto”, o que me indigna. Há comentadores que já usam a expressão. Leiam sobre o fenómeno migratório. Ninguém imigra como um alcoolizado irresponsável à procura de um bar mais barato. Imigra-se porque não há trabalho no país de origem, porque há guerra, porque há fome, porque se é perseguido. Muitas vezes morre-se, tentando. Como tantos portugueses o fizeram e ainda fazem ( há mais emigrantes portugueses do que imigrantes estrangeiros), O europdeputado quer saber deste aumento de estrangeiros ( penso que não estará preocupado com os que vivem no príncipe real). Parece que está a falar de uma peste. Os s imigrantes estão cá porque vários setores da economia precisavam de mão de obra. E não havia mão de obra. E não há. É ler sobre o fenómeno. E sempre houve lei de entrada e de saída de estrangeiros e em 2022, num momento crítico para o país, o PSD não votou contra o visto de procura se trabalho. Estamos na média europeia, os imigrantes ao contrário dos portugueses não estão envelhecidos. Trabalham muito, descontam, pagam a segurança social e o estado social. Devemos aos imigrantes a sobrevivência da agricultura, da pesca, de serviços de cuidado, do turismo, etc. Bar aberto? Só nas vossas cabeças ao vento do oportunismo. Tenham vergonha e respeitem quem trabalha. Muito mais do que vocês. Já não dá para aceitar esta loucura anti-imigração. Vão trabalhar. Deixem os imigrantes em paz, deixam os trans em paz, larguem essas taras com bandeiras coloridas. Tenham dimensão. #vaotrabalhar #respeitemosimigrantes
Umas de maior importância que outras. Outrora assim acontecia. É por isso que gosto de as relatar para os mais novos saberem o que fizeram os seus antepassados. Conseguiram fazer de uma coutada, uma aldeia, depois uma vila e, hoje uma cidade, que em tempos primórdios se chamou Fredemundus. «(Frieden, Paz) (Munde, Protecção).» Mais tarde Freamunde. "Acarinhem-na. Ela vem dos pedregulhos e das lutas tribais, cansada do percurso e dos homens. Ela vem do tempo para vencer o Tempo."
Rádio Freamunde
https://radiofreamunde.pt/
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