Rádio Freamunde

https://radiofreamunde.pt/

segunda-feira, 4 de maio de 2026

É evidente que o Irão venceu folgadamente:

Do nevoeiro da guerra, graças à quebra da censura por alguma relevante imprensa norte-americana, bem como de categorizados analistas especializados em logística militar, começam a emergir as indisfarçáveis provas da imensa vitória iraniana na segunda guerra de agressão sionista-americana. Das 19 bases norte-americanas na região, 16 terão sido total ou gravemente atingidas nos primeiros cinco dias em que o Irão passou à contra-ofensiva. No que respeita a Israel, o Irão só muito tenuemente visou algos civis. Todo o esforço da campanha iraniana obedeceu a um planeamento meticuloso que funcionou graças ao mapeamento de alvos que pudessem pôr em risco e imobilizar a logística das forças armadas israelitas, nomeadamente a destruição sistemática de depósitos de armamento, munições, combustível e até alimentos, como fundamenta o Coronel Lawrence Wilkerson, antigo Chefe de Gabinete do Secretário de Estado dos Estados Unidos (ver vídeo no primeiro comentário). Se os norte-americanos foram imediatamente privados de radares e centros de comunicação e, logo, submetidos a impiedoso ataque a todas as instalações que lhes garantiriam inestimável base para bombardeamentos na profundidade do Irão, os israelitas terão ficado reduzidos a 1/5 do combustível, munições, alimentos e sobresselentes; daí tantos impactos, noite após noite, sobre «zonas despovoadas», como rezavam os comunicados do regime de Telavive. Para Wikerson, o exército israelita passa fome e consome rações de combate. A acontecer o regresso às hostilidades, tanto os EUA como Israel partiriam para a guerra em clara desvantagem e penúria, pelo que na cúpula norte-americana são cada vez mais insistentes os pedidos parta que Trump não tente nova operação.

Miguel Castelo Branco 

Sem comentários:

Enviar um comentário