Que desgraça de ano. Houve a passagem do dois mil e dezanove. Todos fizeram festas e regozijaram-se com essa passagem. Gosto de festas! Mas não sou um festeiro convicto. Da passagem de ano muito menos. Regra geral já me encontro na minha cama à espera do sono e não do ano novo porque não sei o que vai calhar em sorte.
Aliás, comparo isto como quando vou ao volante do meu automóvel e deparo com uma curva. Primo pela observância na condução porque não sei o que se passa para além dela. Já me apelidaram de perfeccionista. Não me importo. Gosto de contar comigo e sempre comigo. É assim que vejo a entrada do ano novo. Uma curva que não se sabe o que está para além.
Só temos comentadeiros, cientistas e afins que protagonizam tudo. Se der para o bem gabam-se. Se para o mal atribuem a fenómenos inesperados. Faz-me lembrar nas feiras, antigamente, aparecerem os propagandistas que vendiam remédio para tudo.
Voltando à desgraça do ano. O que dizem agora os que fizeram festa para ele se ir embora? Não se sentem agora arrependidos? Não gostariam de voltar ao de dois mil e dezanove? É natural que sim.
Mas não resolve nada chover no molhado: é água sobre água.
Vamos pensar e contribuir para que se saia desta pandemia. Julgo que Freamunde vai sair com algum êxito.
O Mártir S. Sebastião está a velar por todos. Mais com Freamunde. Porque todos os anos – menos este – o festejamos, com uma festa de arromba, ele é "advogado" da Peste e de outras doenças.
Aliás, comparo isto como quando vou ao volante do meu automóvel e deparo com uma curva. Primo pela observância na condução porque não sei o que se passa para além dela. Já me apelidaram de perfeccionista. Não me importo. Gosto de contar comigo e sempre comigo. É assim que vejo a entrada do ano novo. Uma curva que não se sabe o que está para além.
Só temos comentadeiros, cientistas e afins que protagonizam tudo. Se der para o bem gabam-se. Se para o mal atribuem a fenómenos inesperados. Faz-me lembrar nas feiras, antigamente, aparecerem os propagandistas que vendiam remédio para tudo.
Voltando à desgraça do ano. O que dizem agora os que fizeram festa para ele se ir embora? Não se sentem agora arrependidos? Não gostariam de voltar ao de dois mil e dezanove? É natural que sim.
Mas não resolve nada chover no molhado: é água sobre água.
Vamos pensar e contribuir para que se saia desta pandemia. Julgo que Freamunde vai sair com algum êxito.
O Mártir S. Sebastião está a velar por todos. Mais com Freamunde. Porque todos os anos – menos este – o festejamos, com uma festa de arromba, ele é "advogado" da Peste e de outras doenças.

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