sábado, 7 de junho de 2014

Humor fim-de-semana:

A professora chega à aula sem cuecas e pergunta ao Zezinho: - Zezinho, diz-me o nome de três estados do Brasil. O puto pôs-se a olhar para as pernas da professora e diz: - Bela Vista!... Pernambuco!... Mato Grosso!...

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Nacos de vida. Poesia de Rodela:

A revolta dos meus ais

Os meus poemas não são mais
que o saldo do meu passado,
a revolta dos meus ais
e este Freamunde amado.

É esta grande alegria,
que espremida dá o sumo,
que chamam filosofia
nestes versos que eu resumo.

Quem tiver esta riqueza
é rico por natureza
só tem é que trabalhar,

ao contrário dos ricos
porque se largar os picos
não pode filosofar.


quarta-feira, 4 de junho de 2014

O incêndio decorria na casa ao lado:

Os abnegados bombeiros combatiam-no afincadamente. Eu, e outros como eu, pedíamos a todos os santos que os nossos haveres não fossem atingidos pelo fogo. E assim aconteceu. Que satisfação! É que temos por norma viver melhor com o mal dos outros do que com o nosso, embora, devemos querer o bem de todos.
Mas quando o mal vem que seja para os outros. Como vêem não custa nada opinar. Mais a mais estes analistas sobre “fogos”, que de analistas nada tem, o que analisam é favor da sua dama. Que bom analisar sem ser molestado. Gostava de ver a classe deles a ser devorada pelo tal fogo que refiro acima e ver qual a sua reacção. Diziam ai jesus.
Ao ver estas reacções apetece-me desejar que o fogo fosse em todos os haveres. Não haver filhos e enteados.      

terça-feira, 3 de junho de 2014

Quando a sentença não nos agrada:

Não concordo senhor Dr. Juiz. Acho a pena excessiva e fora de tempo. Porquê senhor Réu? -Respondeu o juiz. Com este já é o terceiro roubo. Do primeiro levou uma repreensão verbal. No segundo ordenei o valor do roubo ser dado ao lesado. E… agora queria que lhe perdoasse!
Não. - Disse o réu. Mas gostaria que o senhor DR. Juiz demorasse mais quinze dias a proferir a sentença. Assim não me dá jeito nenhum. Agora que ia receber o valor do roubo pois o receptador ficou de o dar daqui por quinze dias é que vem a sentença. Por isso a minha discordância.
Não estou por isso - respondeu o juiz. Antes de fazer os roubos pensasse nas consequências. Ou os faltosos com as regras instituídas é que devem ser perdoados? E as vítimas! Essas é que pagam a sua crise? Daqui para a frente entre na normalidade que ninguém tem prazer de decidir contra você. Porque a minha missão é fazer cumprir as leis do país.
Mas eu não estou contra a condenação - respondeu o réu. Estou contra a decisão temporal. O que há-de ser da minha família. Terei de roubar noutro sítio e esperar que outro juiz seja mais complacente.
Dou-lhe um conselho - disse o juiz. Procure levar a vida com seriedade que é essa a obrigação de qualquer cidadão. Está sempre a desrespeitar as leis do país. Todos os anos é a mesma coisa. E… costuma-se dizer: o que é de mais é como o que não chega. Por isso está decidido. Tem de entregar o valor do roubo aos legítimos donos.
Ps - Qualquer semelhança com qualquer acto político é pura coincidência.

domingo, 1 de junho de 2014

Dedico este vídeo a todas as crianças do mundo e em especial às de Freamunde.

Dia mundial da criança:


Dizem que somos uma terra civilizada:

Serve este título o propósito do que deparei hoje no Parque de Lazer. Ao chegar ali deparei com um caixote do lixo tombado no chão com o lixo espalhado em volta dele. Pensei para mim: como tem estado vento talvez fosse o caso. Mas não.
Olhei e num raio de cem metros quadrados deparei com uns quatro ou cinco na mesma posição e o lixo espalhado no chão como o primeiro. Voltei a pensar para mim: não é vento mas sim mãos de uns energúmenos que se querem afirmar como adultos e não passam de umas crianças. E talvez seja.
Hoje como é dia mundial da criança houve uns quantos que quiseram demonstrar isso. Mas as crianças têm mais juízo que estas que só têm cabeça de criança e corpo de adulto. É uma pena estarmos rodeados de gente assim.
Ainda há pouco tempo quebraram os apetrechos onde as crianças brincavam. Não sei que prazer sente ao destruir um bem público. Em lugar de esmerar pelo que é dado às nossas crianças estes energúmenos sentem prazer com a sua destruição.
E depois dizemos que somos uma terra civilizada. Assim não.