sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Arrasador:

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Sebastianas 2012 e os eventos:

Magusto de S. Martinho

Obrigado:

 Depois destes desejos, os funcionários públicos, agradecem e desejam a dobrar o que se reproduz em baixo.
Pode ir começando a falar Sr. Ministro das Finanças.  
Nós vamos só ajeitar aqui o gravador para termos a certeza de que não nos escapa nada.
Não se esqueça de falar pausadamente, sim?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Vai uma… enxada:

Na feira de Esposende, aquando da campanha eleitoral, uma senhora dirigiu-se a Passos Coelho, candidato a 1º. Ministro, para mal dos nossos pecados como neste momento estamos a sentir, de forma censurável no meu entender, por que não somos obrigados a comer quando não gostamos da fruta. Entendo que a boa educação deve existir assim como o desprezo. Comigo acontece assim. Quando não é do meu interesse alheio-me dele.
Se a actuação da senhora é reprovável a de Passos Coelho é deplorável. A senhora usou a fala para o contrariar, ao contrário, Passos Coelho usou a fala e as mãos não se coibindo de as pôr por várias vezes nos ombros e costas da senhora e retorquindo várias vezes «o que a senhora precisa é de uma enxada» depois de a senhora lhe ter dito, que ele devia era ir para a agricultura. Fica mal um candidato a 1º. Ministro ter esta actuação. Mas, há coisas que no momento passam despercebidas, mais tarde, juntamos todas as palavras e construímos o puzzle.
‘’Os donos do poder subvertem os mandamentos iniciais em seu próprio benefício, alteram hinos de louvor patriótico em louvor próprio, passam a negociar com humanos e a trazê-los para dentro da fazenda. E a maioria dos animais nem se lembra mais o que pregava a revolução original, pois a história é recontada sempre de acordo com os interesses do Porco do Poder, até que a situação torna-se pior do que era antes e o lema passa a ser’’: “TODOS IGUAIS, MAS UNS MAIS QUE OUTROS”.
Do livro "O triunfo dos Porcos” de George Orwel’’.
Numa visita pelo mercado de Vila Real, uma jovem abeirou-se dele dizendo que lhe queria agradecer uma coisa. «Queria agradecer-lhe ter-me chamado ignorante. Estou a frequentar um curso EFA (Novas Oportunidades) e sou a melhor aluna da minha turma», disse, em resposta às declarações polémicas do líder do PSD que classificou o programa Novas Oportunidades como «uma credenciação à ignorância».
No dia 1 de Abril, Passos Coelho garantiu numa escola de Vila Franca de Xira que não iria haver cortes no 13º mês. Sei que neste dia tudo é permitido mas, o que tantos Portugueses receavam, concretizou-se. Com a elaboração do Orçamento de Estado para 2012, é o subsídio de férias, 13.º mês e subida de impostos. Quem pode suportar estes cortes? Se todos estamos à espera destas compensações para equilibrarmos as nossas despesas. O que é que nos vai acontecer?
Ao oferecer uma enxada à senhora para ir trabalhar para a agricultura, Passos Coelho, queria dizer que era para ela cavar a sua própria sepultura. A maioria de nós espera a nossa… enxada.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Desvio Colossal:

Este vídeo anda há dias pela Internet e ainda não vi contradições da parte referida nele. Não custa divulgar atordoadas. Uma mentira dita várias vezes pode-se tornar realidade, o que não é o caso, por que recebeu logo a constatação do PS e dos visados. 
Espero da parte do governo uma explicação e não se refugie no buraco “Colossal” como é seu timbre. Vão a uma comissão de inquérito e demonstrem tim por tim o tal buraco e de quem é a culpa.
Enquanto isso não acontecer os Portugueses não acreditam neste embuste. São anúncios a mais sobre desvios colossais.

Anedotas que se podem tornar verdadeiras.

"Estamos com os pés para a cova"


Passo Coelho está a fazer um dos seus famosos discursos:
- A partir de agora temos de fazer mais sacrifícios!

Ouve-se uma voz na multidão:
- Trabalharemos o dobro!

Passos continua
- Temos de entender que haverá menos alimentos!

A mesma voz:
- Trabalharemos o triplo!

Passos prossegue:
- As dificuldades vão aumentar!
 - Trabalharemos o quádruplo!

Passos vira-se para o chefe da segurança e pergunta:
- Quem é esse idiota que vai trabalhar tanto?
 - O coveiro! - Respondeu.

Ouçam e meditem:


“Esta foi uma ''noite de júbilo'' 
para os portugueses que votaram 
no actual governo”
D. Januário Torgal Ferreira


Com esta entrevista D. Januário Torgal Ferreira cavou a sua sepultura. Esta direita não perdoa entrevistas destas. Está habituada a que quem come no prato que nos servem a ser-lhes fiéis. Não é por caso que foram à comunicação social buscar as vozes que lhes podiam ser indelicadas mas, esqueceram vozes como a voz do Sr. Bispo. 
"A Igreja não pode aceitar qualquer forma de terrorismo!"
É pena que toda a igreja não reflicta no que diz D. Januário e junte a sua indignação, porque se assim não for, acredito piamente que não vai estar à frente das Forças Armadas por muito tempo.

domingo, 16 de outubro de 2011

"Nabuco", Giuseppi Verdi:

Numa busca na Intenet, pelos vários blogues, encontrei esta preciosidade no "cronicasdorochedo'' de uma comentadora, Fernanda, ''A turista acidental'', a quem desde já, para o caso de ver este seu trabalho, me desculpar por que entendo o que é bem feito e bom deve ser lido. Argumento como propósito que sou de uma terra dada à Cultura e quero levar ao conhecimento de quem lê o meu blogue que tenha conhecimento desta preciosidade, como referi em cima. A maioria dos Freamundenses tem conhecimento da obra de Nabucco. A sua Banda Musical, e o Coro Litúrgico Deo Gracias Freamunde, no concerto de Ano Novo, este ano, interpretou-a. “O Coro dos Escravos Hebreus, faz parte do terceiro ato da ópera de Nabucco (Va, pensiero, sull’ali dorate, ''Vai, pensamento, sobre asas douradas'') e se tornou um símbolo do nacionalismo italiano da época. Foi criada por Giuseppe Verdi em 1842 e conta a história de Nabuconodosor”.
"No último 12 de março, Silvio Berlusconi teve que enfrentar a realidade. A Itália festejava o 150º aniversário de sua unificação e, entre as muitas comemorações da importante data, uma se deu na Ópera de Roma, com a apresentação da obra "Nabucco", de Giuseppi Verdi, dirigida pelo maestro Ricardo Muti. Antes da apresentação, Gianni Alemanno, prefeito de Roma, subiu ao cenário para pronunciar um discurso denunciando os cortes no orçamento federal dirigido à cultura que haviam sido feitos pelo governo, do qual o próprio Alemanno é membro e velho amigo de Berlusconi. Esta intervenção política em um momento cultural dos mais simbólicos para a Itália produziria um efeito inesperado, ao qual Berlusconi, em pessoa, foi obrigado a assistir. Segundo relatado por Ricardo Muti, "... A princípio houve uma grande salva de palmas pelo público. Logo começamos com a ópera. Tudo correu muito bem até que chegamos ao famoso canto Va Pensiero. Imediatamente senti que a atmosfera entre o público ia-se tornando mais e mais tensa. Existem coisas que não se consegue descrever, mas as sentimos. Era o silêncio profundo que se fazia sentir! Mas, no momento em que o público percebeu que começavam os primeiros acordes de Va Pensiero, o silêncio se transformou em verdadeiro fervor. Podia-se sentir a reação visceral dos presentes ante ao lamento dos escravos que cantam Ó pátria minha, tão bela e perdida... Assim que o coro chegou ao fim, pudemos ouvir vários pedidos de bis. Começaram os gritos de Viva Itália e Viva Verdi. As pessoas nas galerias jogavam pequenos papéis escritos com mensagens patrióticas". Apenas uma única vez Muti havia aceitado fazer um bis de Va Pensiero, em uma apresentação no La Scala de Milão em 1986, já a peça exige que seja executada do princípio ao fim, sem interrupções. "Eu não pensava em fazer apenas um bis", disse o maestro , "teria que haver uma intenção especial para fazê-lo", contou. Então, em um gesto teatral, Muti se voltou ao público - e a Berlusconi - e disse: "Logo que cessaram os gritos de bis, vocês começaram a gritar Longa Vida à Itália. Sim, estou de acordo com isto: Larga vida à Itália. Mas... Já não tenho trinta anos e vivi minha vida. Rodei o mundo e, hoje, tenho vergonha do que acontece em meu país. Por isso, vou aceitar seus pedidos para apresentar Va Pensiero novamente. Não só pela alegria patriótica que sinto neste momento mas, sim, porque enquanto dirigia o coro que cantou Ai meu país belo e perdido pensei que, se continuarmos assim, vamos matar a cultura sobre a qual erguemos a história da Itália. E, nesse caso, nossa pátria também estaria bela e perdida. Durante anos mantive minha boca fechada mas agora, creio que precisaríamos dar sentido a este canto: estamos na nossa casa, o Teatro de Roma, com o coro que cantou magnificamente bem e com a orquestra que o acompanhou esplendidamente. Se quiserem, proponho a vocês que se unam a nós para que cantemos todos juntos". Assim, o maestro convidou o público a cantar junto com o coro dos escravos. Muti continua sua narrativa: "Vi grupos de gente levantar-se. Toda a Ópera de Roma se levantou. E o coro também. Foi um momento mágico! Essa noite não foi apenas mais uma representação de Nabucco mas, também, uma declaração no Teatro da Capital italiana para chamar a atenção dos políticos". 
Vídeo
Traduzido para Português

Vá, pensamento, sobre as asas douradas
Vá, e pousa sobre as encostas e as colinas
Onde os ares são tépidos e macios
Com a
 doce fragrância do solo natal!
Saúda as margens do Jordão
E as torres abatidas do Sião.
Oh, minha pátria tão
 bela e perdida!
Oh, lembrança tão cara e fatal!
Harpa dourada de desígnios fatídicos,
Porque você chora a ausência da terra querida?
Reacende a memória no nosso peito,
Fale-nos do tempo que passou!
Lembra-nos o
 destino de Jerusalém.
Traga-nos um ar de lamentação triste,
Ou o que o Senhor te inspire harmonias
Que nos infundam a força para suportar o sofrimento.