sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Que diferença de País:

Quem há quatro anos, ou seja, durante a vigência de Passos Coelho, pensava que a realidade actual não podia acontecer, hoje deve estar admirado como tudo aconteceu. De um País sombrio em dez meses passar para um País soalheiro é obra! Tudo era tirado aos mais necessitados.

Não se olhava a meios para atingir fins. Foi preciso entrar a Geringonça e um Presidente da República para pôr ordem no País. Antes era um abandalhamento.

Foi preciso o Tribunal Constitucional intervir para o Governo não julgar que o País era uma república das bananas. Mesmo assim o PSD e CDS não aprendiam.

Cavaco Silva parecia um pau mandado. Estou em crer que Passos Coelho o tinha na mão. Mas como disse tudo mudou. Hoje há alegria nas ruas.

Ainda ontem, dia cinco de Outubro, na Comemoração da Implantação da República, viu-se como a rua correspondeu. O Presidente da República não evita o povo como fazia Cavaco Silva. Pelo contrário aproxima-se dele.

O mesmo acontece com o Primeiro Ministro. Não evita o povo e não anda com o Zé dos pontapés atrás. António Costa até usa o humor para com os jornalistas. Não os teme ou foge como fazia Passos Coelho após os debates quinzenais.

O Povo, esse, anda satisfeito da vida. Pudera. Bastaram os quatro anos que andaram sisudos.
E o mais bonito é que o diabo não aparece. Há quem o espere como os nossos antepassados esperaram por D. Sebastião.

Será que o diabo virá com a figura de D. Sebastião ou com a de Passos Coelho!

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