Como noutro post aludi à verticalidade que alguns directores de jornais deviam ter se não tivessem receio do seu posto de trabalho – quem tem… tem medo – faziam exactamente o que fez a Direcção de Informação da RDP. Mas a verticalidade é difícil de aplicar quando outros meios falam mais alto.
Dizem-se democratas e defensores dos direitos humanos e são cúmplices das maiores barbaridades que se praticam às mulheres. Quem lê esses jornais e constacta diariamente os anúncios classificados em que ganham rios de dinheiro com anúncios de casas de massagens e, sabem o que isso implica, só vêem o valor monetário: cada um fica por vinte e cinco euros dia. A maioria das mulheres da vida fácil, umas por vontade outras obrigadas pelos proxenetas, em que essa publicidade promove a exploração e o crime de tráfico humano, sendo assim exploradas.
Dizem-se democratas e defensores dos direitos humanos e são cúmplices das maiores barbaridades que se praticam às mulheres. Quem lê esses jornais e constacta diariamente os anúncios classificados em que ganham rios de dinheiro com anúncios de casas de massagens e, sabem o que isso implica, só vêem o valor monetário: cada um fica por vinte e cinco euros dia. A maioria das mulheres da vida fácil, umas por vontade outras obrigadas pelos proxenetas, em que essa publicidade promove a exploração e o crime de tráfico humano, sendo assim exploradas.
Fazem inquéritos sobre tudo e nada - o que acho bem - porque assim se fica a saber os podres existentes no País mas, nos que lhes trazem vantagens pecuniárias metem a cabeça na areia como a outra.
Também fico surpreendido que o Governo não tome medidas para legalizar esta situação uma vez que todos ganhavam. Governo com impostos. Consumidor com a higiene, não precisava de esconder-se e estar sujeito a identificações por parte da polícia. Proprietários que não eram constantemente sujeitos a vistorias - pagavam os seus impostos. As mulheres que se prestassem a este tipo de serviço não precisavam de ser identificadas ou fugirem e eram obrigadas a consultas médicas esporádicas. Como disse todos ganhavam e na via pública não se via a miséria com que às vezes somos presenteados.
Assim a comunicação social já podia publicitar e em lugar de ser anúncios classificados passava a ser simplesmente publicidade. Mas como diz o outro... o proíbido é o mais apetecido.
Também fico surpreendido que o Governo não tome medidas para legalizar esta situação uma vez que todos ganhavam. Governo com impostos. Consumidor com a higiene, não precisava de esconder-se e estar sujeito a identificações por parte da polícia. Proprietários que não eram constantemente sujeitos a vistorias - pagavam os seus impostos. As mulheres que se prestassem a este tipo de serviço não precisavam de ser identificadas ou fugirem e eram obrigadas a consultas médicas esporádicas. Como disse todos ganhavam e na via pública não se via a miséria com que às vezes somos presenteados.
Assim a comunicação social já podia publicitar e em lugar de ser anúncios classificados passava a ser simplesmente publicidade. Mas como diz o outro... o proíbido é o mais apetecido.


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